Campanha “Marcas da Alegria” irá alertar sobre violência de gênero no Carnaval

Inicia neste domingo (26) e seguem nos dias 02 e 09 de fevereiro, na 3ª Edição do The Vejo na Ponte, as ações da campanha “Marcas da Alegria”, que visa enfrentar a violência de gênero na capital. Idealizada pela Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SMPM), a campanha faz uma sensibilização por meio da distribuição de material educativo. O The Vejo na Ponte este ano acontece como prévia carnavalesca, na Ponte Estaiada, a partir das 17h.

“Estaremos também em todos os eventos de prévias de carnaval realizados pela Prefeitura de Teresina, como escolha do rei e rainha de carnaval, concurso de marchinhas e corso. Essa é uma campanha de enfrentamento à violência, principalmente ao assédio no carnaval, onde se tem a ideia de que na folia tudo é permitido. Nosso foco principal é no enfrentamento ao assédio que é uma forma de violência de gênero”, enfatiza a assistente social da SMPM, Caroline Leal.

Ainda segundo a assistente social, na oportunidade também será divulgado o Centro de Referência Esperança Garcia (CREG), que atende mulheres em situação de violência doméstica e de gênero. “A nossa intenção é que cada vez mais mulheres em situação de violência possam ter um acompanhamento especializado, que é realizado gratuitamente por psicólogo, assistente social e advogado no Centro de Referência”, pontua.

A campanha que vem sendo realizada na cidade de Teresina desde 2014, dessa vez conta com o apoio da Secretaria Municipal da Juventude (SEMJUV), Fundação Cultural Monsenhor Chaves (FCMC) e Conselho Municipal de Direito das Mulheres (CMDM).

“Nesta edição também serão disponibilizadas placas educativas para que os foliões tirem fotos e espalhem a campanha nas redes sociais. Esse será mais um canal estratégico que utilizaremos como divulgação”, conclui a assistente social.

Não é Não

Durante os três dias do The Vejo na Ponte, a SMPM juntamente com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec) estará apoiando a campanha idealizada pelo coletivo nacional “Não é Não”, que distribuirá gratuitamente mais de três mil tatuagens temporárias em apoio a uma campanha pela não violência contra mulher.  A ação visa levantar o debate sobre o enfrentamento ao assédio às mulheres em festas de carnaval.

Unidades da Prefeitura capacitaram 474 mulheres somente no ano de 2019

Os programas de formação e qualificação profissional para mulheres da Prefeitura de Teresina atingiram números bastante expressivos no ano de 2019. Segundo dados da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SMPM), foram 474 mulheres beneficiadas por cursos profissionalizantes no ano referente.

Os cursos profissionalizantes são ofertados nas unidades vinculadas à Prefeitura e SMPM, como Serviço de Atendimento às Mulheres e suas Crianças: Amor de Tia (Norte e Sudeste) e Centro de Referência Esperança Garcia (CREG).

Foram oferecidos cerca de 26 cursos de formação profissionalizante nas mais diversas habilidades. Entre eles estão: oficinas de empreendedorismo, curso de patchwork, manicure e pedicure, confecção de bonecas de pano, depilação, oficina de biscuit, chocolate (ovos de páscoa e bombons), bolos, entre outros.

“Sabemos que a emancipação econômica é muito importante para o desenvolvimento de uma pessoa, e esse trabalho de emancipação é ainda mais importante quando é feito com mulheres em situação de vulnerabilidade ou violência doméstica. Com essas capacitações, essas mulheres se sentem mais valorizadas, não só no aspecto financeiro, mas no sentido pessoal e psicológico”, declara Psicóloga da SMPM, Joseli Barbosa.

A dona de casa Kenia Rodrigues, de 27 anos, que frequenta o Amor de Tia Sudeste há cerca de dois anos, foi uma das mulheres que participou dos programas de qualificação profissional e comenta sobre algumas das atividades que desenvolveu nas oficinas. “O curso me ajudou bastante, foi muito bom. Me qualifiquei na área de gastronomia, aprendi a fazer bolos e ovos de páscoa, e também participei do curso para confecção de bolsas artesanais. Pretendo fazer outros cursos esse ano, em outras áreas”, declara.

Muitas mulheres que participam das oficinas decidem abrir seu próprio negócio após finalizarem as atividades. Foi o caso da Naiane Costa, de 21 anos, que frequenta o Amor de Tia Norte há cerca de três anos, e hoje trabalha com lembranças artesanais e cartões. Ela aprendeu a desenvolver os produtos nos cursos para confecção de bonecas de pano e bolsas artesanais.

“Toda a equipe do centro me ajudou bastante, abriram meus olhos, me apoiaram na abertura do meu empreendimento. Participei de cursos, palestras e, através deles, consegui ampliar as minhas ideias. Eu só tenho a agradecer por eles trazerem esses cursos e essas capacitações, essas atividades nos tornam cada vez mais empoderadas. Eu aprendi muito lá e quero continuar aprendendo”, afirma Naiane.

Projeto de dança une mulheres pelo fim da violência de gênero

Quando o grupo de mulheres acompanhadas pelo Centro de Referência Esperança Garcia (CREG) reúne-se para atividade de dança, as transformações acontecem além do que os olhos podem ver. A prática tem sido uma forma de reinventar a vida, dando para elas novas cores, sons, movimentos múltiplos de singularidade para o enfrentamento da violência de gênero.

A atividade denominada “Mulheres que dançam” é um projeto de iniciativa do CREG em conjunto com a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM) e acontece uma vez ao mês. O Projeto busca proporcionar alegria, interação e bem-estar às mulheres atendidas, procurando ajudar também, cada vez mais, no fortalecimento e no rompimento do ciclo de violência sofrido.

A voluntária e professora, Ana Lídia, afirma que a dança é uma atividade que tem contribuído com a autoestima e empoderamento dessas mulheres. “Estamos no quinto mês da atividade e percebo que elas gostam muito, pois a dança ajuda na situação de enfrentamento da violência que elas vivenciaram. Além de ajudar na melhora da autoestima, desenvoltura, timidez, percebo que elas se já se soltam mais durante as aulas. É um momento agradável e de alegria para elas”, considera.

A.S, desempregada, de 32 anos, que frequenta a unidade há cerca de um ano, afirma que mesmo com a limitação de uma deficiência se sente bastante motivada em participar do momento. “Mesmo com a deficiência que tenho em um braço e perna, muitas vezes chego com dores, e com as atividades de alongamento e dança acaba passando todas as dores, e além de contribuir com a autoestima a gente sai com as energias renovadas para enfrentar o dia e o momento ruim que passei desaparece cada vez mais. Mesmo com a minha deficiência eu consigo dançar, no meu limite, mas eu consigo. E a mesma determinação que estou tendo na aula de dança procuro levar para minha vida”, pontua.

Já a segurança particular, D.S, por considerar o momento bastante atrativo e com diversos benefícios avalia que a atividade deveria ser realizada mais vezes.  “A dança contribui de várias formas. É uma atividade que nos traz alegria e benefícios para o corpo, além de me ajudar a esquecer toda violência sofrida. Uma distração e eu até preferia que fossem mais dias e não apenas uma vez por mês”, relata.

O Centro de Referência Esperança Garcia oferece atendimento social, psicológico e jurídico para mulheres em situação de violência em Teresina e desenvolve diferentes práticas integrativas complementares.  Entre janeiro e novembro de 2019 o Centro acompanhou 384 mulheres que sofreram algum tipo de violência na cidade de Teresina. Segundo levantamento realizado pela SMPM, juntamente com o CREG, dessas mulheres 125 foram inseridas no serviço no ano de 2019 e 259 já realizam acompanhamento na unidade. Através do atendimento especializado e trabalho de conscientização, somente nesse ano 15 mulheres conseguiram romper o ciclo de violência.

“O propósito da dança é reunir, esclarecer, descobrir todos os aspectos da vida. No dia de hoje, a usamos especialmente para enaltecer a mulher, que precisa se redescobrir, se aceitar, se respeitar. Por isso, procuramos essa harmonia. A atividade funciona também como mais um dos momentos de fortalecimento para que ela consiga cada vez mais romper esse ciclo de violência,” finaliza a gerente de enfrentamento a violência da SMPM, Lidiane Oliveira.

Mais informações sobre os serviços oferecidos pelo Centro podem ser obtidas por meio do telefone: (86) 3233-3798.

Selo Dona Saló: comissão inicia processo de avaliação das empresas

As empresas que realizaram inscrição na 2ª edição do Selo Dona Saló estão passando por um processo de avaliação.  Nesta etapa, a equipe técnica especializada está disponibilizando questionários para que os funcionários descrevam as atividades desenvolvidas em prol da equidade de gênero de acordo com os critérios estabelecidos em edital.

Essa etapa de acompanhamento, através das visitas, serve para estabelecer um contato mais próximo com os colaboradores de cada empresa, para esclarecimento de dúvidas e informações, entre outros. Após essas visitas, será elaborado um portfólio com as considerações da comissão que fará uma avaliação final.

“É importante que o questionário seja respondido de forma clara e completa, pois todas as informações colocadas lá irão compor o portfólio da empresa, juntamente com as considerações da comissão”, esclarece a analista em Gestão Pública da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM), Ana Régia Nolêto.

No total, 17 empresas estão participando dessa fase. Dentre elas, serão selecionadas nove empresas que irão concorrer aos prêmios nas categorias de pequenas, médias e grandes empresas. O Selo Dona Saló – empresa promotora de equidade de gênero – será concedido a pelo menos três empresas de cada categoria.

A analista de Recursos Humanos do Hospital de Olhos Francisco Vilar, Flávia Marques, uma das empresas que estão concorrendo ao Selo, enfatizou a importância de dar esse reconhecimento às empresas que fazem um trabalho diferenciado de valorização do trabalho feminino.

“Não é fácil fazer um trabalho de equidade, porque a gente tem raízes culturais que ainda permanecem muito fortes na sociedade. Somos uma empresa com mais de 40 anos no mercado e sempre buscamos valorizar o trabalho feminino, nossa essência é feminina, é do empoderamento feminino, de desenvolver mulheres para que possam ter autonomia”, afirma Flávia.

As empresas serão avaliadas pelos critérios de empregabilidade e liderança de mulheres, igualdade salarial, saúde e qualidade de vida, educação, prevenção e violência, todos voltados para o público feminino. A cerimônia de concessão do Selo vai ser realizada no mês de março, em evento alusivo ao mês da mulher.

O Selo Dona Saló é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SMPM) e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SEMDEC) em parceria com a Universidade Federal do Piauí (UFPI). O objetivo é promover o reconhecimento de empresas privadas que atuam ou estabeleçam projetos, programas ou ações em prol da equidade de gênero na cidade de Teresina.

Guardas Municipais são capacitados para atuação no projeto Patrulha Maria da Penha

Compreender o fenômeno da violência contra a mulher. É com este objetivo que está sendo realizada uma capacitação com os guardas municipais que vão atuar no projeto Patrulha Maria da Penha. A atividade iniciou nesta segunda-feira (13) e segue até quinta-feira (16), nos turnos manhã e tarde, no auditório da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).

“Hoje trabalhamos o conceito de gênero, violência e patriarcado, apresentando os tipos de violência existentes e os números dentro da nossa cidade. Nos outros dias de capacitação vamos trabalhar dentro da perspectiva do módulo ‘vamos’, que são módulos de sensibilização para a temática de violência. Nosso objetivo é deixar esses profissionais cada vez mais preparados e com o olhar de gênero para homens e mulheres, eles precisam compreender o que é esse fenômeno de violência contra a mulher”, destacou a gerente de Enfrentamento à Violência da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Lidiane Oliveira.

Segundo Marfisa Mota, assessora técnica da Semcaspi, o projeto servirá para proteger e monitorar as medidas protetivas direcionadas às mulheres vítimas de violência no município de Teresina. “Essa é uma iniciativa bastante louvável, principalmente nesse momento que vivemos da realidade brasileira, no qual mulheres sofrem violência a todo momento. Então, a Patrulha vai ter esse importante trabalho dentro da sociedade e da nossa cidade, além de prevenir, proteger e monitorar, ela tem um papel educativo”, afirmou.

A guarda municipal Lorena Sousa, uma das participantes da capacitação, se diz feliz em participar da atividade, e que assim vai poder proporcionar a essas mulheres um atendimento mais adequado. “Não podemos apenas assistir esses casos de violência, temos que agir, e a Guarda Municipal está aqui para fazer esse acolhimento adequado. Estamos muito felizes em receber esse treinamento, pois vamos poder oferecer esse acolhimento diferenciado e qualificado”, afirmou.

A Patrulha Maria da Penha é uma iniciativa da Semcaspi em parceria com a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM). O projeto que funciona também em alguns lugares do país como, Rio de Janeiro, Rondônia, consiste na realização de visitas periódicas às residências de mulheres em situação de violência doméstica e familiar para verificar o cumprimento das medidas protetivas de urgência e reprimir eventuais atos de violência.

Guardas Municipais são capacitados para atuação no projeto Patrulha Maria da Penha

Compreender o fenômeno da violência contra a mulher. É com este objetivo que está sendo realizada uma capacitação com os guardas municipais que vão atuar no projeto Patrulha Maria da Penha. A atividade iniciou nesta segunda-feira (13) e segue até quinta-feira (16), nos turnos manhã e tarde, no auditório da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi).

“Hoje trabalhamos o conceito de gênero, violência e patriarcado, apresentando os tipos de violência existentes e os números dentro da nossa cidade. Nos outros dias de capacitação vamos trabalhar dentro da perspectiva do módulo ‘vamos’, que são módulos de sensibilização para a temática de violência. Nosso objetivo é deixar esses profissionais cada vez mais preparados e com o olhar de gênero para homens e mulheres, eles precisam compreender o que é esse fenômeno de violência contra a mulher”, destacou a gerente de Enfrentamento à Violência da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Lidiane Oliveira.

Segundo Marfisa Mota, assessora técnica da Semcaspi, o projeto servirá para proteger e monitorar as medidas protetivas direcionadas às mulheres vítimas de violência no município de Teresina. “Essa é uma iniciativa bastante louvável, principalmente nesse momento que vivemos da realidade brasileira, no qual mulheres sofrem violência a todo momento. Então, a Patrulha vai ter esse importante trabalho dentro da sociedade e da nossa cidade, além de prevenir, proteger e monitorar, ela tem um papel educativo”, afirmou.

A guarda municipal Lorena Sousa, uma das participantes da capacitação, se diz feliz em participar da atividade, e que assim vai poder proporcionar a essas mulheres um atendimento mais adequado. “Não podemos apenas assistir esses casos de violência, temos que agir, e a Guarda Municipal está aqui para fazer esse acolhimento adequado. Estamos muito felizes em receber esse treinamento, pois vamos poder oferecer esse acolhimento diferenciado e qualificado”, afirmou.

A Patrulha Maria da Penha é uma iniciativa da Semcaspi em parceria com a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM). O projeto que funciona também em alguns lugares do país como, Rio de Janeiro, Rondônia, consiste na realização de visitas periódicas às residências de mulheres em situação de violência doméstica e familiar para verificar o cumprimento das medidas protetivas de urgência e reprimir eventuais atos de violência.

                                                                                  

Amor de Tia Norte e Sudeste iniciam programação de férias

Brincadeiras, momentos de lazer, interação e muita diversão. Estes são alguns dos ingredientes que irão compor a vasta programação de férias das unidades Amor de Tia Norte e Sudeste, serviço vinculado à Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM). As atividades tiveram início na segunda-feira (06), e seguem até o dia 17 de janeiro.

No Amor de Tia Norte, as atividades acontecem nos turnos manhã e tarde, no período de 06 a 10 de janeiro. Já na unidade da zona Sudeste, a programação segue até o dia 17 de janeiro, somente no turno da manhã. Dentro do planejamento de atividades, terão exibição de filmes, oficinas, contação de histórias, pintura de rosto, jogos, brincadeiras, entre outros.

“Nós queremos proporcionar cada vez mais momentos de integração e também de aprendizado. Além das atividades de lazer terão oficinas, momentos de reflexão e conscientização. Todo esse trabalho é feito no sentido de proporcionar mais interação entre as mães e suas crianças”, destacou Lidiane Oliveira, Gerente de Enfrentamento à Violência da SMPM.

A contadora de história Railene Coutinho, que trabalha no Amor de Tia Sudeste uma das organizadoras da colônia integrativa nas unidades, destacou a importância das brincadeiras no desenvolvimento das crianças. “A gente sabe o quanto as crianças valorizam esse momento, porque realmente é muito importante. É o momento que elas se desenvolvem, socializam com outras crianças”, pontua.

A Costureira e artesã, Rosemary Silva da Cruz, de 37 anos, que é acompanhada pela unidade juntamente com seu filho, considera a atividade muito importante, sendo um momento em que as mães estão mais próximas de seus filhos, além de ser em uma ocasião bastante prazerosa.

“Muitas vezes em casa, na correria para dar conta dos trabalhos e afazeres domésticos acabamos por deixar de lado momentos de interação e brincadeiras com nossos filhos. A criança que cresce sem o aconchego e proximidade dos pais tem maior possibilidade de se tornar um jovem rebelde ou até mesmo na vida adulta tem a dificuldade de interagir com as pessoas. Não queremos que nossos filhos cresçam e se tornem pessoas problemáticas, por isso a importância do brincar e interagir”, afirma.

O Serviço de Atendimento Integral a Mulher e suas crianças: Amor de Tia atende mulheres em situação de violência e vulnerabilidade social em Teresina. A unidade Sudeste fica localizada na Rua Santa Luzia, bairro Alto da Ressurreição. Já a unidade da região norte da capital fica localizada na Rua Antônio Pedro, bairro Matadouro.

 

Unidades do Amor de Tia realizam 314 atendimentos em 2019

O Serviço de Atendimento Integral às Mulheres e suas crianças: Amor de Tia, unidade vinculada a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM), teve um saldo positivo no número de atendimentos durante o ano de 2019.  As duas unidades, Norte e Sudeste, realizaram somente no ano passado o total de 314 atendimentos.

Os dados correspondem ao atendimento de 155 mulheres e 159 crianças. Realizando um comparativo  houve um aumento significativo em relação ao ano de 2018, que contabilizou cerca de 270 atendimentos.

O Serviço Amor de Tia atende mulheres em situação de vulnerabilidade social e violência em Teresina. Os dois centros de atendimento desenvolvem estratégias de acolhimento, empoderamento feminino para mulheres e desenvolvimento psicossocial com crianças de um a dois anos e nove meses.

“Oferecemos a essas mães vários serviços, como cursos, oficinas, terapias intensivas, rodas de conversa. Trabalhamos também cursos na área de empreendedorismo, para que essas mulheres aprendessem uma profissão, isso faz diferença na autoestima delas”, destacou Maria de Lourdes Mendes, coordenadora do Amor de Tia Sudeste.

A coordenadora falou ainda sobre a evolução das mulheres ao longo do processo de atendimento na unidade. “Muitas chegaram aqui sem meta, sem objetivo nenhum, e isso foi mudando ao longo do tempo. Aqui elas têm a oportunidade de aprender várias profissões através dos cursos e oficinas ofertados. Atingimos muitas metas em 2019 e queremos atingir ainda mais em 2020”, conclui Maria de Sudeste fica localizado na Rua Santa Luzia, s/n, bairro Alto da Ressurreição. Já a unidade da região Norte da capital fica localizada na Rua Antônio Pedro, s/n, bairro Matadouro.

 

 

Mulheres em situação de violência participam de palestra sobre educação

O Centro de Referência Esperança Garcia (CREG) vai receber nesta sexta-feira (20), às 9h, uma roda de conversa com o tema: “As mulheres e a educação de jovens e adultos”. A atividade será conduzida pela instrutora Vera Lúcia Novaes, que faz parte do programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Secretaria Municipal de Educação (SEMEC).

A atividade tem como finalidade contribuir com as discussões sobre educação inclusiva, níveis de ensino e acesso à oportunidades. “Essas discussões contribuem para a inserção da mulher na educação. Vamos debater vários temas relacionados a essa questão. Queremos sensibilizar aquelas mulheres que deixaram de estudar para que elas voltem a frequentar a sala de aula. Dessa forma, vamos trabalhar a importância da educação formal na vida da mulher, que também é uma forma de empoderamento”, afirma a coordenadora do CREG, Roberta Mara.

Atualmente, o Centro de Referência Esperança Garcia, que é uma unidade vinculada à Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, atende cerca de 300 mulheres e oferece serviços especializados como atendimento social, psicológico e jurídico, além de  desenvolver diferentes práticas integrativas complementares.  Mais informações sobre os serviços oferecidos pelo Centro podem ser obtidas por meio do telefone: (86) 3233-3798.

Mulheres em situação de violência participam do Projeto “Elas Dançam” nesta sexta-feira (13)

As mulheres em situação de violência atendidas pelo Centro de Referência Esperança Garcia (CREG), participam nesta sexta-feira (13), de mais uma atividade do projeto “Elas Dançam”. A aula será realizada no CREG, que fica localizado Rua Benjamin Constant, 2170, centro/norte.

O projeto é uma iniciativa do CREG em conjunto com a Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SMPM) e acontece uma vez ao mês. Para o mês de dezembro, a atividade busca mais uma vez proporcionar alegria, interação e bem-estar às mulheres atendidas.

“Entendemos a situação de fragilidade e vulnerabilidade que as mulheres se encontram quando chegam aqui. É um abalo psicológico muito grande. A dança vem como uma aliada na autoestima dessas mulheres, a pessoa alegre possui uma autoestima melhor e a dança proporciona isso. Todos esses fatores contribuem para o processo de recuperação delas”, afirma a Coordenadora do Centro de Referência, Roberta Mara.

O Centro de Referência Esperança Garcia oferece atendimento social, psicológico e jurídico para mulheres em situação de violência em Teresina e desenvolve diferentes práticas integrativas complementares.  Mais informações sobre os serviços oferecidos pelo Centro podem ser obtidas por meio do telefone: (86) 3233-3798.